segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Eu, desumano

Eu que já caminhei pelos vales da sombra e da morte, que já me deitei com pesadelos inomináveis, que já nutri rancores pelo seio da humanidade.
Eu que já derramei o sangre negro da impunidade, que já sangrei medos e conspirações pelo ânus.
Eu que já vi assaltarem os sonhos.
Eu que já vivi a pior vida existente, agora encontro a redenção neste copo a minha frente.

3 comentários:

Marcos Satoru Kawanami disse...

o santo graal

Mateus Henrique Zanelatti disse...

Boua!!

Ana Karenina disse...

Nossa, Mateus!
O que aconteceu contigo, homem!
Dizei-me o porquê de tanta profundidade.